Da Nova Lei de Proteção de Dados Pessoais do Chile a uma estratégia técnica para dados no Brasil
A proteção sob a lei chilena atravessa fluxos que chegam ao Brasil. Por isso, a conformidade deve ser abordada sob uma perspectiva transversal que conecte o controle de identidades, dispositivos, aplicações cloud e segurança da informação.
Gestão de identidades e acessos
Tratar dados da lei chilena a partir do Brasil requer controle estrito sobre identidades que acessam sistemas e repositórios corporativos. A revisão de privilégios, ciclo de vida de contas, MFA e políticas de acesso barram acessos indevidos e credenciais que não deveriam manter permissões ativas em operações internacionais.
Dispositivos e postos de trabalho
Dados de cidadãos chilenos podem estar seguros em servidores e ser expostos em endpoints de times no Brasil. O controle centralizado permite aplicar políticas de segurança, gerenciar dispositivos corporativos e garantir configurações padronizadas em computadores Windows, macOS, Linux e celulares.
Para cumprir as exigências da Nova Lei de Dados do Chile em filiais ou operações no Brasil, a Sinfopac integra quatro pilares de segurança e gestão de TI para assegurar a conformidade:


















