Governação do risco digital financeiro: Executando os pilares técnicos do regulamento
Garantir a estabilidade das infraestruturas de TIC ao abrigo do regulamento DORA exige controlos informáticos proporcionais, automáticos e monitorizados. Sincronizamos o seu ambiente operativo com capacidades tecnológicas geridas 24 horas por dia.
Controlo rigoroso de identidades e governação de acessos lógicos (Gestão do Risco de TIC)
O DORA estabelece que a proteção dos perímetros de acesso aos sistemas de pagamento e dados financeiros é uma prioridade absoluta. As empresas necessitam de uma arquitetura unificada que elimine contas locais dispersas, forçando diretivas rigorosas de acesso condicional, autenticação multifator (MFA) obrigatória e início de sessão único (SSO). Isto garante, de forma auditável, que apenas pessoal qualificado e identificado aceda aos servidores de produção ou ambientes de desenvolvimento crítico.
Testes de vulnerabilidades perimetrais e planos de recuperação de incidentes
Identificar vulnerabilidades informáticas antes que um exploit interrompa o fluxo financeiro é um mandato central da regulamentação. Dispor de escaneamentos automáticos e ininterruptos no perímetro cloud permite que as equipas de engenharia apliquem patches corretivos imediatos. Além disso, a norma exige sistemas automatizados que neutralizem ataques destrutivos em segundos, mantendo cópias de segurança isoladas que assegurem o restabelecimento limpo da operação.
Para dotar a sua infraestrutura tecnológica dos níveis de maturidade e resiliência ativa exigidos pelas autoridades de supervisão financeira europeias, na Sinfopac implementamos três blocos de capacidades especializadas:
















