Conformidade

O impacto das normas NIS2 e DORA nas empresas no Brasil

Como as empresas no Brasil devem se adequar indiretamente às rígidas exigências de resiliência e conscientização cibernética da NIS2 e DORA?

29.10.2025
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Gil
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Conteúdo

Data
17 e 18 de junho de 2025
Local
Teatro Bradesco – Rua Palestra Itália, 500 – Perdizes, São Paulo – SP
Formato
Híbrido
Homologação
2 dias de evento

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Texto do Botão
Escudo digital brilhante de cibersegurança flutuando em um centro de dados, com o texto "NIS2 + DORA" e a logo da Sinfopac.

A implementação das diretrizes europeias NIS2 e DORA estabelece um novo padrão global para a governança de segurança da informação e a resiliência operacional em toda a cadeia de suprimentos.

Embora sejam leis da União Europeia, o impacto destas normas estende-se a organizações brasileiras que mantêm filiais na Europa ou fornecem serviços digitais a mercados regulados internacionais.

Por que a NIS2 e o Regulamento DORA impactam as organizações no Brasil?

O ecossistema corporativo brasileiro tem enfrentado exigências crescentes de governança digital por parte de parceiros e investidores estrangeiros. A promulgação da Diretiva nis2 e do Regulamento dora na União Europeia redefine a responsabilidade civil e técnica das diretorias. Qualquer empresa no Brasil que possua conexões ou contratos com entidades europeias deve considerar estas normas para evitar o bloqueio de operações comerciais ou a perda de sua posição na cadeia produtiva global.

A resiliência cibernética exige que a segurança da informação seja vista como um ativo estratégico, estendendo-se além das barreiras tecnológicas tradicionais para abraçar a conformidade dos processos internos e o controle do comportamento humano.

Requisitos de governança e conscientização na cadeia de suprimentos

Para satisfazer os padrões internacionais e demonstrar a devida diligência técnica perante auditorias globais, as organizações devem estabelecer um plano de ação estruturado de conformidade:

  • Treinamento contínuo de usuários: adoção de metodologias ágeis de aprendizado, como as soluções de conscientização em cibersegurança, para mitigar os riscos de engenharia social no dia a dia.
  • Sincronização de políticas globais: implementação de controles preventivos de dados para assegurar o resguardo da informação confidencial por meio de uma sólida proteção de dados SaaS.
  • Mitigación ativa do risco humano: simulação constante de ameaças de rede para medir e analisar a preparação dos colaboradores perante ataques lógicos reais.

Estas medidas preventivas minimizam as chances de incidentes que resultem em vazamento de dados corporativos ou em multas severas estabelecidas pelas legislações internacionais.

Como unificar a resposta técnica diante da LGPD e dos padrões globais?

O cumprimento das regulamentações estrangeiras não opera em um vácuo no mercado nacional. O Brasil conta com sua própria estrutura em matéria de segurança e privacidade de dados, destacando-se a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e as diretrizes da Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber), coordenadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Unificar a infraestrutura tecnológica permite alinhar os requisitos locais com os padrões internacionais. Ao unificar a gestão de dispositivos sob uma mesma plataforma de controle em nuvem, o departamento de TI simplifica a visibilidade dos ativos, automatiza a aplicação de atualizações críticas e estabelece processos consistentes de autenticação contextual de forma centralizada.

Planejamento e otimização da resiliência operacional global

Estruturar um plano que se alinhe com os requisitos das normas NIS2 e DORA exige realizar um diagnóstico técnico profundo da topologia de rede existente e avaliar a maturidade das políticas de controle ativas na empresa.

A consultoria da Sinfopac apoia as organizações na avaliação e implementação de soluções integradas de governança digital de TI, garantindo o acompanhamento estratégico contínuo necessário para que os processos de segurança e conscientização se traduzam em resiliência e estabilidade para o negócio na América Latina.

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Embora a diretiva europeia nis2 regule de forma estrita as infraestruturas críticas e o dora o setor financeiro, ambas compartilham com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) no Brasil o princípio de responsabilidade proativa em cibersegurança. Ambas as legislações utilizam o rgpd europeu como referência máxima de boas práticas para resguardar as identidades e as credenciais.

As empresas nacionais que atuam como fornecedoras de serviços digitais, exportam tecnologia ou possuem subsidiárias na Europa devem cumprir com as exigências da NIS2. Não fazê-lo pode acarretar na suspensão imediata de contratos internacionais, tornando indispensável estabelecer um ambiente de trabalho seguro e em conformidade técnica.

Os auditores exigem relatórios inalteráveis que comprovem que o pessoal da empresa recebe treinamento contínuo em higiene digital. A automação desses registros simplifica a coleta de evidências históricas necessárias para superar favoravelmente as auditorias de TI e consolidar as políticas de segurança da organização conforme os padrões iso-27001 globais.

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