O design original do Active Directory foi concebido para dar suporte a infraestruturas de TI locais e perímetros de segurança fechados, onde todos os sistemas operavam dentro do escritório físico.
A massificação do trabalho remoto e a adoção de ferramentas na nuvem expuseram as limitações dos controladores de domínio convencionais para gerir ambientes heterogéneos modernos.
O desaparecimento do perímetro seguro e a diversificação de sistemas
O ambiente de TI moderno caracteriza-se pela descentralização dos postos de trabalho e pela proliferação de plataformas tecnológicas variadas. Ao prescindir de uma rede física única, as restrições dos serviços de diretório tradicionais representam uma ineficiência crítica para os departamentos de sistemas:
- Dependência do perímetro local: exigência de configurar ligações VPN complexas e dispendiosas para manter a aplicação de políticas de segurança fora das instalações físicas.
- Suporte limitado a ecossistemas externos: dificuldade intrínseca em aplicar diretivas de grupo de forma nativa em recursos que não pertencem ao ecossistema da Microsoft.
- Custos de licenciamento e infraestrutura: despesa contínua associada à manutenção de servidores físicos locais, licenças de acesso de cliente (CALs) e sistemas de redundância.
Esta nova dinâmica operacional exige a adoção de arquiteturas lógicas flexíveis, capazes de unificar a administração de identidades independentemente da localização geográfica do pessoal ou do sistema de origem dos dispositivos utilizados.
Por que transitar para uma arquitetura de diretório aberto?
Para solucionar as deficiências dos modelos convencionais de identidade, é indispensável modernizar o Active Directory de forma progressiva através de soluções que ampliem o leque de compatibilidade do sistema de informação.
Adotar um diretório na nuvem aberto permite aos administradores aplicar políticas globais consistentes em sistemas Windows, dispositivos macOS e ambientes Linux a partir de um painel de controle unificado. Essa abordagem unificada é fundamental para centralizar a gestão de TI, pois facilita o provisionamento de contas corporativas e simplifica a implementação de políticas de acesso condicional baseadas no status do dispositivo e na localização de acesso do usuário, facilitando a construção de uma sólida arquitetura Zero Trust.
Planejamento técnico para a modernização da infraestrutura
Migrar a gestão de acesso de um sistema local obsoleto para plataformas em nuvem exige avaliar a topologia de rede existente e analisar de forma exaustiva as dependências lógicas do diretório ativo legado.
Migrar a gestão de acesso de um sistema local obsoleto para plataformas em nuvem exige avaliar a topologia de rede existente e analisar de forma exaustiva as dependências lógicas do diretório ativo legado. Como parceiro consultor especializado em infraestrutura, o design estratégico da nova arquitetura de gestão de identidades e o acompanhamento constante garantem uma transição eficiente, transparente e sem interrupções para a operação do negócio.
{{fs-button}}



