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Publicação sobre senha fraca do museu do Louvre, mostrando a pirâmide de cristal e o palácio.
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A senha era "Louvre": por que NIS2 e DORA obrigam a levar a sério o fator humano

A senha do sistema de videomonitoramento do museu do Louvre era "Louvre". Parece uma piada de cibersegurança, mas é uma notícia real que evidencia uma verdade incômoda: mesmo as organizações mais importantes do mundo podem ter falhas de segurança básicas.

Sua empresa pode não ser o Louvre, mas a dependência de senhas fracas e o inevitável erro humano é um risco universal. Agora, com as novas regulamentações europeias, este risco não é mais apenas um problema técnico ou de reputação, mas uma responsabilidade legal direta para a diretoria.

O novo paradigma: NIS2 e DORA exigem uma cultura de segurança

As duas grandes regulamentações que estão mudando as regras do jogo são a NIS2 e o regulamento DORA. Embora tenham abordagens distintas, ambas coincidem em um ponto fundamental: o elo mais fraco continua sendo o humano, e fortalecê-lo não é mais uma opção, é uma obrigação.

 

• NIS2 (Diretiva de Cibersegurança): Exige que as empresas de setores críticos implementem uma gestão de riscos contínua e, de forma explícita, programas de treinamento em cibersegurança para todo o seu pessoal.

 

• DORA (Regulamento de Resiliência Operacional Digital): Impõe ao setor financeiro a obrigação de ter programas de conscientização e treinamento em segurança como parte integrante de sua estratégia de resiliência.

 

Em ambos os casos, a responsabilidade final recai sobre o órgão de direção. Já não basta um curso anual para "cumprir"; os reguladores exigirão provas de uma cultura de segurança ativa e mensurável.

Da obrigação ao hábito: como cumprir de forma eficaz

Mais de 90% dos ciberataques bem-sucedidos se devem a um erro humano. As regulamentações sabem disso e, por isso, exigem uma ação real. É aqui que uma plataforma como a Guardey se torna essencial.

 

A Guardey transforma a obrigação da conformidade em um hábito de segurança efetivo e divertido para seus funcionários. Em vez do típico treinamento anual que é esquecido na semana seguinte, a Guardey utiliza:

 

• Micro-treinamentos gamificados: Desafios semanais de 3 minutos que parecem um jogo e mantêm a equipe engajada.

 

Simulações de phishing personalizadas: Treinamentos práticos que ensinam os funcionários a reconhecer ameaças reais em um ambiente seguro.

 

• Relatórios e métricas contínuas: Permite mensurar o progresso, identificar áreas de risco e, o mais importante, demonstrar aos auditores que você tem um programa de conscientização ativo e em funcionamento.

 

Com a NIS2 e o DORA, a conscientização em cibersegurança deixa de ser uma recomendação para se tornar uma obrigação auditável. Cumprir não é apenas evitar multas; é construir uma organização mais resiliente e preparada para os desafios do futuro.

 

Prepare sua equipe, proteja sua empresa e converta a conformidade regulatória em sua maior força.

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